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PSD de Santa Cruz devia negociar com a oposição.

January 17th, 2010

Apresentação1
PSD de Santa Cruz devia
‘negociar mais’ com a oposição
Regional

 

O dirigente do movimento independente de cidadãos “Juntos Pelo Povo” referiu ao Diário Cidade que o executivo camarário de Santa Cruz, liderado por José Alberto Gonçalves, deveria ter uma “maior postura negocial” com a oposição.

O movimento independente de cidadãos “Juntos Pelo Povo (JPP)” foi a grande revelação das últimas eleições autárquicas, devido ao facto de ter conseguido eleger três vereadores para a Câmara Municipal de Santa Cruz e, assim, ter terminado com as maiorias absolutas que o PSD detinha, desde 2001, nos onze municípios da Região. Com efeito, a referida força política, liderada por Filipe Sousa, obteve 32% dos votos contra os 41,9% alcançados pelo PSD, ficando o município de Santa Cruz com três mandatos do PSD, três do JPP e um do PS. O movimento conseguiu também ganhar a presidência da Junta de Freguesia de Gaula.

Em declarações ao Diário Cidade, Filipe Sousa referiu que ainda é “muito prematuro” para se fazer um balanço destes primeiros dois meses “de mudança” em Santa Cruz. Porém, “nas reuniões camarárias tem havido um enorme sentido de responsabilidade de todas as forças políticas representadas, facto que tem contribuído para que algumas propostas tenham sido aceites pelo PSD de Santa Cruz”, apontou. Desta forma, o líder do JPP considera que a “nova conjuntura” é “amplamente benéfica” para os interesses da população. “Tendo em conta que o nosso programa eleitoral era completamente antagónico ao apresentado pelo PSD, o JPP aos poucos vai tentando fazer aprovar algumas propostas que consideramos que são indispensáveis aos habitantes de Santa Cruz”, defendeu.

Filipe Sousa disse, ainda, que o JPP constitui uma força de oposição saudável, uma vez que tem como objectivo contribuir para o desenvolvimento do município santacruzense. “O concelho sofreu um atraso nos últimos quatro anos, mas com a nossa intervenção – e também do PS – o desenvolvimento de Santa Cruz será uma realidade nos próximos tempos”, afirmou. O dirigente do movimento independente de cidadãos referiu, igualmente, que o PSD deveria de ter uma “maior postura negocial” com a oposição, tendo em vista a obtenção dos interesses da população de Santa Cruz. “Seria uma atitude coerente o PSD partir para uma negociação directa com a oposição, no sentido de se ir ao encontro das propostas apresentadas, as quais são amplamente benéficas para os munícipes. Todavia, não me sinto diminuído pelo facto do JPP não ter nenhum pelouro na Câmara Municipal de Santa Cruz, porque o nosso trabalho, embora com outras competências, é exercido com muito sentido de responsabilidade”, frisou.

Filipe Sousa afirmou, ainda, que não equaciona a hipótese de fazer qualquer coligação com as outras forças partidárias representadas na autarquia santacruzense. “Entendo as coligações como sendo defensoras dos interesses partidários, situação que não se adapta ao nosso grupo de cidadãos. O nosso principal objectivo é unir as pessoas num sentido comum, que é o bem-estar da população das freguesias do concelho de Santa Cruz”, sustentou.

O líder do JPP anunciou, também, que esta força política pretende reforçar a sua presença. “Dentro em breve vamos criar a Associação Juntos Pelo Povo, no sentido de se criar uma certa organização interna do próprio movimento. Desta forma, vamos desenvolver um conjunto de iniciativas em Santa Cruz, as quais, possivelmente, vão ser alargadas a outros concelhos da Região. Queremos que o povo sinta que o exercício da política e do poder local não se esgota nos partidos”, argumentou.

Gaula está a ser discriminada

O facto da presidência da Junta de Freguesia de Gaula ser exercida pelo movimento de cidadãos JPP tem feito, na opinião de Filipe Sousa, com que aquela localidade esteja a ser discriminada pelo PSD e pelo Governo Regional. O líder do JPP deu como exemplo desta discriminação o adiamento de algumas obras consideradas importantes para o desenvolvimento da freguesia de Gaula, nomeadamente a estrada Lajes-Fazenda, Achada Rocha. “Penso que
estas situações acontecem não pela força que o PSD tem em Santa Cruz, mas sim pela imposição colocada pelo Governo Regional. Facto que me leva a criticar fortemente o executivo social-democrata da autarquia de Santa Cruz, porque não tem voz activa e sente-se diminuído perante as pressões exercidas pelo PSD regional no âmbito dos contratosprograma”,
concluiu.

J.T. Diário Cidade, 13 de Janeiro de 2010

Santa Cruz inaugura 12 obras até às eleições

September 14th, 2009

Em menos de um mês serão inauguradas 23% das obras prometidas

dn0401010501No programa eleitoral com o qual o actual presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz, José Alberto Gonçalves, foi eleito há quatro anos, foram prometidas à população a execução de 51 obras pelas cinco freguesias do concelho. Dessas, 12 serão inauguradas ou apresentadas, entre hoje e 9 de Outubro. Facto que implica que a menos de um mês das eleições autárquicas de 11 de Outubro, a autarquia santa-cruzense, vá inaugurar 23% das obras prometidas.
A oposição, que durante os últimos quatro anos acusou a autarquia de inércia, diz que estas são obras eleitoralistas que visam deturpar a opinião dos eleitores do concelho e esconder a incapacidade da actual autarquia. Opinião diferente tem o vereador responsável pelas obras públicas, Jorge Baptista, que desvaloriza as acusações e prefere falar em “promessas cumpridas”. “Não me surpreende que os nossos adversários façam essas acusações, porque se eu estivesse à espera que nos louvassem é que seria de admirar. Não há nenhuma obra que o PSD prometa e não cumpra. Estamos aqui para cumprir. Estas obras são prova disso mesmo”, afirma.

E, contornando as críticas, dirige-se à população santa-cruzense, a quem recorda vários problemas que esta vereação encontrou. “Tivemos eleições regionais antecipadas que vieram determinar uma nova calendarização das obras que estavam previstas. Isto, também fruto de um governo central que trata os Açores de forma diferente da Madeira”.Para o vereador, esta nova calendarização, implicou mesmo, que algumas obras em contrato-programa com o Governo Regional, sejam concluídas “sem ser inauguradas”. Jorge Baptista culpa ainda a nova legislação de contratação pública, “uma nova tramitação que implicou atrasos nos processos, para evitar consequências judiciais.

Oposição revoltada

Das 12 obras que serão apresentadas à população, algumas terão direito a inauguração oficial e outras a uma mera apresentação. Apesar de as achar importantes, o vereador não quer fazer uma apologia das obras grandes. “Embora sendo pequenas, são de extrema importância para a população”, reforça.
A inauguração de todas estas obras a tão pouco tempo das eleições revoltam a oposição. O líder do movimento Juntos pelo Povo (JPP), Filipe Sousa, não hesita emconsiderar estas obras eleitoralistas e avança com números bem menos simpáticos. “Em vez dos 23% de obras a inaugurar este mês, é minha convicção que cumprimento das promessas eleitorais do PSD em todo o mandato não atingiram os 10%”.
O candidato à autarquia santa-cruzense, diz que tem notado um nervosismo efectivo no sentido de demonstrar publicamente obra que a autarquia tem por obrigação desenvolver. “Uma Câmara responsável tem por obrigação apresentar durante o mandato esses investimentos e não a um mês das eleições. O trabalho deve ser contínuo. Se ganharmos a Câmara, não deixarei para a altura das eleições o ‘boom’ de inaugurações”.
Opinião semelhante é defendida pelo candidato do PS a esta autarquia. Para Óscar Teixeira, a autarquia vai inaugurar em menos de um mês mais obras que durante os últimos quatro anos. Ainda assim, o socialista não se mostra surpreendido com a táctica utilizada pelo PSD. “Esta maneira de fazer política já é habitual na Madeira e nos social-democratas. Deixam as obras todas para o fim. É esta a política de verdade que o PSD apregoa”.
De qualquer forma, Óscar Teixeira entende que esta maneira de governar vai deixar de dar os seus frutos. “Esta política até nem é inteligente. Um presidente de Câmara inteligente sabe que deve fazer obras ao longo do mandato para que os munícipes possam ir formando a sua opinião. Neste caso, a opinião já está formada”.

Marco Freitas, in DN – ed. de 14-9-2009

“Juntos pelo Povo” assume caminho

August 24th, 2009

“O grupo de cidadãos eleitores “Juntos pelo Povo” foi ontem a Santa Cruz, mais concretamente ao caminho da Banda da Fonte, sítio das Levadas, para denunciar «o programa eleitoral fraudulento que o PSD apresentou há quatro anos».
No entender de Filipe Sousa, no caso concreto do sítio das Levadas, «há uma importante acessibilidade que foi aberta há cerca de 12 a 13 anos».
«Houve disponibilidade dos moradores para a abertura deste caminho que ainda se encontra em terra batida», afirma Filipe Sousa.
O cabeça de lista à Câmara Municipal de Santa Cruz afirma que «as pessoas estão frustradas» e afirma que se o povo depositar confiança no programa eleitoral da candidatura “Juntos pelo Povo”, aquele será o primeiro investimento público a desenvolver.”

Carla Ribeira, in JM – ed. 24.8.2009.

Os candidatos JPP em pré-campanha

August 23rd, 2009

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Esquecido no tempo o caminho da Banda da Fonte, Sítio das Levadas

August 23rd, 2009

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“O Grupo de Cidadãos Eleitores “Juntos Pelo Povo”  promoveu, hoje, uma  concentração junto  ao Caminho da Banda da Fonte – Sítio das Levadas, Santa Cruz, que teve por finalidade alertar a população de Santa Cruz, para a necessidade urgente de uma nova rede viária. Constata-se o contínuo desagrado dos residentes que há cerca de 14 anos  esperam pela rede rodoviária prometida pelos antigos e actuais autarcas em programa eleitoral. O Grupo de Cidadãos Eleitores “Juntos Pelo Povo” não compreende os sucessivos adiamentos da obra, visto que todos os terrenos foram cedidos pelos residentes.

Deste modo o  Grupo de Cidadãos Eleitores “Juntos Pelo Povo” compromoteu-se a que a rede viária do Caminho da Banda da Fonte – Sítio das Levadas, Santa Cruz será uma prioridade porque  para além de beneficiar os residentes actuais, não só com uma melhor rede rodoviária, como também uma melhor optimização do saneamento básico e de comunicações, é de salientar as potencialidades que a zona geográfica em causa trará para o investimento privado, contribuindo para dinamizar a economia local”.

Duarte Vieira

| foto: www.enciclopedia.com.pt/…/n_santa_cruz_005.jpg

JPP em iniciativa em Santa Cruz

August 22nd, 2009

O Grupo de Cidadão Eleitores “Juntos Pelo Povo” promove, amanhã, dia 23 de Agosto de 2009, às 11:30h, uma  concentração junto  ao Caminho da Banda da Fonte – Sítio das Levadas, Santa Cruz. A iniciativa tem por finalidade alertar a população de Santa Cruz, para a necessidade urgente de uma nova rede viária e  terá como porta voz o cabeça de lista à Câmara Municipal, Filipe Sousa.

A janela da mudança partidária

August 21st, 2009

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“Longe são os tempos em que a fidelidade partidária foi imposta pela actuação do monopólio partidário. Sempre presente em discusos políticos, nunca houve qualquer regulamentação que lhe desse densidade, até que a criação do movimento Juntos pelo Povo (JPP) passou a regrar a matéria com a voz do povo. A instabilidade politica, marcada pela restruturação da lei partidária onde a renovação de mandatos foram cessados com a aplicação da nova ordem jurídica, tem levado a conflitos internos partidários devido a interesses colcetivos e individuais distintos.

Sem embargo, em véspera de ano eleitoral – ninguém é de ferro! O mês de Setembro anterior a cada eleição seria o mês da permissividade partidária, é dizer, o período de “reflexão ideológica” sobre qual o melhor partido para os interesses das autarquias.

Os grandes partidos mantem as suas promessas fraudulentas, irrealistas e desadequadas das realidades do pais. Fartos desta promíscua política,  nasce o movimento Juntos pelo Povo que vem dar voz ao cidadão da autarquia de Santa Cruz, não através da critica destruitiva, mas através de uma postura baseada no epicentro dos problemas autárquicos, apontando soluções viaveis na conjectura actual.

Desde modo, pedimos aos cidadões que continem a nos enviar propostas, que participem na actividade do movimento JPP, para que em unissimo possamos melhorar e restruturar uma politica de interesse social, promovendo o bem estar comum.”

Duarte Vieira - 2º Candidato JPP à Assembleia de Freguesia da Freguesia de Santa Cruz.

| foto: Miguel Nunes.

O “negócio” da Escuna

July 30th, 2009

img011“Recentemente a Câmara Municipal de Santa Cruz, em reunião de Câmara, aprovou por maioria a proposta de arrendamento de um edifício a servir para servir a instalação dos serviços públicos e partilhados a partir da compra da Quinta da Escuna. Não fosse este “negócio” pouco claro e ruinoso para a despesa pública, não estaria aqui a dar a minha opinião e a esclarecer o ponto de vista para os cidadãos de Santa Cruz.

Vamos aos detalhes. A Câmara Municipal de Santa Cruz vai passar a pagar 126 mil euros por mês (mais de 25 mil contos), 1. 512.000.00€ (mais de 300 mil contos) por ano e ao fim de dezassete anos, tempo do contracto, um valor superior a 25 milhões de euros.

Perguntas por responder: Porque é que a câmara anos antes não adquiriu o imóvel a um preço manifestamente inferior e invocando do “direito de preferência”? Porque é que a câmara não negociou, por exemplo o actual edifício do Tribunal – que pertence à autarquia – e daí reutilizar o espaço, e pedir as rendas a que sempre teve direito? Porque é que a câmara prefere pagar mais de 25 mil contos por mês a um empresário para alugar serviços, alguns dos quais sem garantia de pagamento do Estado e de outras instituições? Enfim muitas interrogações.

Numa altura em que a crise financeira aperta os cidadãos, a nossa câmara vai pagar mais de 1 milhão e meio de euros por ano a um empresário. Ponto final: só não faz as contas quem não quer ver o que está visto e, mais grave, ainda, enquanto as famílias de Santa Cruz fazem contas à vida, os senhores da Escuna e do Paço, pensam que os cidadãos estão de olhos fechados. Falo por mim, é óbvio. Mas quantos não pensarão como eu.”

Élvio Duarte Martins Sousa, Diário Cidade, 27 de Julho de 2009, p.4

Filipe de Sousa critica Câmara de Santa Cruz.

May 4th, 2009
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Foto DN.

 

“A revitalização do centro da Camacha foi o mote da jornada de trabalho dinamizada, ontem, pelo movimento ‘Juntos pelo Povo’.

Porta-voz da iniciativa, Filipe de Sousa não poupou nas críticas à Câmara Municipal de Santa Cruz e ao PSD, a quem acusou de não cumprir os compromissos assumidos durante a campanha para as eleições autárquicas de 2005.

No centro das críticas do ‘Movimento’, estão as obras para revitalização do centro da Camacha, uma promessa que, segundo Filipe Sousa, não passou de “um embuste com o único objectivo de enganar as pessoas a troco da vitória”.

Para o candidato do projecto ‘Juntos pelo Povo’, é importante que o eleitorado seja informado sobre as promessas não cumpridas pelo PSD, por forma a que nas próximas autárquicas não voltem a acreditar “em pessoas que não olham às carências da população”.

Filipe de Sousa evocou ainda a importância da revitalização centro da freguesia como um factor que poderia potenciar a rentabilidade do artesanato e do comercio tradicional, numa altura em que, referiu, a Camacha está a perder visitantes.”

 
Patrícia Gaspar, Diário de Notícias – Madeira,  04-05-2009

Santa Cruz, a freguesia e a sua história.

April 21st, 2009

… continuação daqui:

“O povoamento deste lugar ascende aos primórdios da colonização da Madeira; de 1425 a 1440, pertenceu aos seus primitivos cabouqueiros – povoadores que iam desbastando a mata de loureiros que cobria todo o vasto rectângulo que se estendia desde o actual sítio de São Fernando até os campos de Santa Catarina. Não é possível, dada a carência de documentos, fixar-se, ao certo, o ano da criação desta freguesia. Apenas as “Saudades da Terra” dizem que “Santa Cruz foi criada pouco depois de constituída a de Machico, tendo esta a precedência por ser cabeça da Capitania”. Deste modo Santa Cruz, “como freguesia autónoma, teria sido criada no segundo quartel do século XV”, sendo todos os historiadores unânimes em fixarem-lhe uma data posterior ao ano de 1450, tendo-se em conta que, então, Santa Cruz era ainda uma capelina curada, dependente da igreja matriz de Machico. Santa Cruz é uma das freguesias mais antigas da ilha e o seu rápido desenvolvimento, levou a rivalizar-se com Machico, chegando mesmo a suplantá-lo em tamanho e importância dos seus edifícios, bem como pelo movimento da sua Alfândega. O alvará régio de 5 de Dezembro de 1850 que estabelece o vencimento anual do vigário é o diploma mais antigo que se refere à freguesia de Santa Cruz. Sabe-se que, por carta régia de D. Manuel, datada de 25 de Junho de 1515, a pedido de João de Freitas, morador na freguesia de Santa Cruz, foi a mesma elevada à categoria de Vila e de Concelho. O orago de Santa Cruz é São Salvador, que provém da invocação da capela-mor da igreja matriz desta vila. D. João III, por provisão de 19 de Setembro de 1533, fez mercê desta capela-mor a João de Freitas, fidalgo de sua casa, em atenção aos serviços prestados e aos gastos realizados nesta igreja. A criação desta paróquia deverá ter acontecido no segundo quartel de século XV, pouco depois da constituição da de Machico. O alvará de 27 de Agosto de 1589 cria nesta paróquia um curato com 20$000 reis de côngrua. Também foi colegiada onde residiam um vigário, cura, seis beneficiados, tesoureiro e organista. Actualmente a freguesia de Santa Cruz comemora o seu dia a 15 de Janeiro, não como data referenciada a nenhum marco histórico, visto que não há informação sobre a sua fundação como freguesia mas por aquela data ser a festividade em Honra do Senhor Santo Amaro, Santo este venerado com muita fé e crença não só pelas gentes desta freguesia mas de toda a Ilha.” in http://www.freguesiasantacruz.com/

O que disse o Diário Cidade:

April 20th, 2009
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Diário Cidade, 20 de Abril de 2009.

“Independentes de Sta. Cruz candidatam irmãos Sousa”.

April 4th, 2009

“Tal como já seria de esperar, Filipe Sousa, actualmente vereador independente na Câmara de Santa Cruz e antigo presidente da Junta de Freguesia de Gaula pelo Partido Socialista, será o candidato do ‘Movimento de Cidadãos’ à liderança desta Câmara nas autárquicas de Outubro. É o próprio que o assume, quando instado a comentar o trabalho desenvolvido nos últimos meses, que conhece hoje nova fase, às 18 horas, no Hotel Santa Catarina, em Santa Cruz, com a apresentação oficial do ‘Movimento de Cidadãos’, bem como das linhas gerais de orientação (que o candidato adianta apenas que são três), do símbolo, do sítio oficial na Internet e do slogan.

Depois de um bom resultado alcançado nas autárquicas de 2005, onde Filipe Sousa fez o PS subir cerca de dois mil votos, tendo ficado a menos de mil votos do candidato do PSD, José Alberto Gonçalves (retirando o PS de um péssimo resultado em 2001), o candidato surge agora motivado para a conquista da Câmara e das cinco Juntas de Freguesia do concelho. No entanto, apesar da apresentação do movimento, Filipe Sousa preferiu não divulgar ainda os nomes da restante equipa à Câmara Municipal de Santa Cruz. A única pessoa que o candidato confirma que fará parte da lista do movimento é o seu irmão Élvio Sousa (que no ano passado, foi candidato derrotado nas eleições intercalares à Junta de Freguesia de Gaula, após a demissão do socialista Nazário Coelho).

“Para nós, o mais importante é começarmos a passar a nossa mensagem como um grupo interessado em fazer mais e melhor para Santa Cruz e que não tem interesses partidários nisso”, diz o candidato.

Numa entrevista em que se recusou a adiantar as linhas gerais do movimento e o nome dos candidatos – apesar de “80% deles já estarem escolhidos” -, Filipe Sousa salientou que esta é uma iniciativa que nasceu de forma natural. Certo é que Maio e Junho são os meses que o Movimento reservou para a apresentação de candidatos, sendo que a pré-campanha eleitoral deverá iniciar-se entre finais de Junho e inícios de Julho.

‘Quartel General’ em Gaula

Pelo peso que tem em Gaula, este movimento deverá colocar o ‘Quartel General’ nesta freguesia (até porque esta é a freguesia de residência do líder). É dali que deverão partir as mensagens a divulgar em todo o concelho. No entanto, o candidato afirma que há outra freguesia que merecerá uma atenção especial. “Pelo número de votantes que residem no Caniço, esta freguesia terá um peso muito grande na eleição do presidente da Câmara. Por causa disso, temos já um nome muito forte para esta freguesia”, diz o candidato.

Questionado se receia que o eleitorado socialista se afaste do movimento de cidadãos depois de ter abandonado o PS, Filipe Sousa responde assim. “Eu devo alguma coisa ao PS, mas devo mais à população de Gaula. A experiência que tenho, leva-me a concluir que é mais benéfico um autarca exercer um mandato sem ter um partido por trás”, termina.”

 

Marco Freitas, Diário de Notícias – Madeira, 4 de Abril de 2009.

Mensagem de abertura.

April 3rd, 2009
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Foto Miguel Nunes.

 

Hoje, mais do que nunca, é necessário agir e pensar global, no sentido de implementar novas politicas locais canalizadas para o combate aos graves problemas sociais e económicos que todos nós estamos confrontados.

Agir significa, assumidamente, estabelecer convicções e propósitos no sentido de desenvolver uma “nova geração de politicas locais”.

Por isso, cabe a todos nós um papel decisivo na dinamização de soluções para ajudar as famílias e as empresas a ultrapassar os problemas diários e assim depositarem confiança no futuro do nosso Concelho e também naqueles que os representam.

Foi com este espírito que este “grupo de cidadãos” nasceu de forma natural e espontânea, cuja maior pretensão é o de “virar a página” à forma como tem sido conduzido o exercício do poder local em Santa Cruz.
Filipe Sousa

4 de Abril de 2009

A Chegada…

March 30th, 2009

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